Ataque simbólico de hacking do estágio de hackers grego, em sites do governo em 25 de março!

Sem título Ataque simbólico de hackers à cena de hackers gregos РCena dos hackers gregos, em sites do governo em 25 de março!

Os hackers gregos, como quase todos os anos, honram √† sua maneira a luta pela liberdade e o Dia Nacional de 25 de mar√ßo de 1821, quando os gregos, embora mais fracos do que nunca, menos do que nunca, conseguiram e trouxeram novamente a Freedom e restaurou a democracia ap√≥s um s√©culo de batalhas e liberta√ß√£o de √°reas, derrubando a tirania dos turcos e trazendo de volta a Rep√ļblica. Batalhas, liberdade e celebra√ß√£o, n√£o apenas para o povo grego, mas tamb√©m para todos os povos da regi√£o. A Revolu√ß√£o Grega para a Liberdade e a Democracia deu f√īlego √† Liberdade para todos os outros povos da regi√£o da Anat√≥lia, dos B√°lc√£s e do Oriente M√©dio, que tamb√©m sofreram genoc√≠dio e outros crimes brutais contra a humanidade pelos turcos b√°rbaros que apenas se ofereceram a a humanidade h√° s√©culos tem sido genoc√≠dio e crime. Um dia simb√≥lico para lembrar a n√≥s e a todos que, mesmo em nossos momentos mais fracos, estamos prontos para trazer luz e verdade novamente e tomar medidas para o futuro!<‚Ķ.>

Viva a Grécia!Vida longa à revolução !Vida longa a liberdade !

A cena de hackers gregos invadiu mais de 100 sites do governo grego! Veja a lista de links em pastebin onde foram publicados. Para ver a lista, clique aqui.

Leia a mensagem do GHS:

Como um sinal de protesto contra o que estamos passando nesses anos, hoje um dia de revolta contra os turcos por nossos ancestrais, chegamos ao ponto de revolucionar nossos pr√≥speros “gregos” pela independ√™ncia de nosso pa√≠s em rela√ß√£o aos usur√°rios.

VIVA A GR√ČCIA!Revolu√ß√£o Grega, 25 de mar√ßo de 1821

25 de março é um dos nossos dois feriados nacionais. Neste dia, honramos os heróis da revolução de 1821. Os heróis que deram suas vidas para que nossa terra natal seja um país livre.

De 29 de maio de 1453, após a queda da cidade, e por quatro séculos os gregos viveram sob ocupação turca. Muitos gregos da época não suportaram o jugo turco e se refugiaram nas montanhas. Estes foram os pioneiros da revolução.

Em 25 de mar√ßo de 1821, no mosteiro da Grande Lavra em Kalavrita, o bispo de Old Patras, Germanos, levantou a bandeira da revolu√ß√£o. Ent√£o a Revolu√ß√£o Grega come√ßou oficialmente, o que levou, ap√≥s muitas lutas e sacrif√≠cios, √† liberta√ß√£o e reconhecimento do estado grego em 1830 com o Tratado de Londres. Tratado assinado em 22 de janeiro de 1830 pela Inglaterra, Fran√ßa e R√ļssia.

Dois anos depois, em 14 de agosto de 1832, as fronteiras da Grécia foram definidas para alcançar a linha imaginária que abriga o golfo de Pagasitikos e Amvrakikos. Em dezembro deste ano, o Império Otomano aceitou essa decisão e, desde então, começa o curso do Novo Estado Grego.

A celebração do dia 25 de março como Dia Nacional foi estabelecida pelo Decreto 980, em 15 de março de 1838. No mesmo ano, ocorreu a primeira celebração oficial.

Uma doxologia foi realizada na igreja de Agia Irini, na rua Aiolou. Multid√Ķes de pessoas se reuniram e entre elas estavam os combatentes da revolu√ß√£o, que eram deificados. Ap√≥s o elogio, uma festa foi organizada na Pra√ßa Klafthmonos. √Ä noite, acendiam fogueiras na Acr√≥pole. Em Lycabettus, uma cruz em chamas foi erguida, com a frase “IN TOUTO NIKA”.

Desde então, o dia 25 de março é comemorado todos os anos como um dia de honra para os heróis da revolução de 1821.

Em 25 de mar√ßo de 1821, o bispo Germanos de Patras levantou a bandeira grega no mosteiro de Aghias Lavras, no Peloponeso, um ato que marcou o in√≠cio da Guerra da Independ√™ncia. Os helenos decidiram acabar com a tirania turca ou morrer. Em menor n√ļmero de 1 a 10 pelo inimigo, eles declararam LIBERTY ou MORTE.

Hellenes ou Romioi dariam um fim aos anos sombrios de ocupa√ß√£o de suas terras que come√ßaram em 1453 ap√≥s a queda de Constantinopla. Anos sombrios, nos quais os gregos sofreram muito e quase foram exterminados. A popula√ß√£o grega havia diminu√≠do para um milh√£o, ap√≥s milhares de anos de exist√™ncia. Durante o imp√©rio bizantino, os gregos foram estimados em 20 milh√Ķes. Tributa√ß√£o pesada, seq√ľestro de meninos e meninas, injusti√ßa e terror foram as principais caracter√≠sticas da ocupa√ß√£o otomana. A maior parte da receita do estado veio da tributa√ß√£o pesada dos crist√£os. A educa√ß√£o era proibida, com exce√ß√£o das √°reas de Constantinopla, Smyrne e Ioannina. A Igreja Ortodoxa impediu os gregos de perder sua identidade e sua l√≠ngua. Mosteiros tornaram-se escolas ocultas (Krifa sxoleia).

Na Europa, as pot√™ncias se opunham a qualquer movimento que pudesse trazer desestabiliza√ß√£o nos estados. Quaisquer revoltas anteriores contra os tiranos terminaram em derramamento de sangue. Quios, Messolonghi, Psara, Cassos, Chipre, Creta, Kudonies (Aivalli), Peloponeso, Chalkidiki e numerosas regi√Ķes foram queimadas em cinzas, homens mortos e mulheres com crian√ßas foram vendidas para bazares de escravos na S√≠ria e no Egito. Muitos gregos fugiram para a Europa. As comunidades gregas floresceram em Odissos, Venetia, Viena, Aghia Petroupolis e outras cidades da Europa. Tamb√©m na Gr√©cia, aqueles que n√£o suportavam a tirania otomana viviam nas montanhas, onde permaneciam livres. Eles exigiram a vida toda contra os tiranos e foram chamados Klephtes e Armatoloi. As regi√Ķes montanhosas de Suli em Epiro, Mani em Peloponeso, Sfakia em Creta nunca param para combater os invasores b√°rbaros.

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Fonte: olympia.gr e uma p√°gina no Facebook do Hellenic Hacking Stage