ImpressÔes digitais das superfícies dos alimentos

apotrof_625___ cientistas e pesquisadores britĂąnicos em seu campo criminologia, conseguiu obter com ĂȘxito dedos impressĂ”es digitais das superfĂ­cies dos alimentos. AtĂ© agora, isso foi considerado muito difĂ­cil ou impossĂ­vel. A conquista abre caminho, apĂłs o aprimoramento da tĂ©cnica relevante, para a adoção futura da ampla, fato que ampliarĂĄ o leque de dados, que serĂĄ possĂ­vel a coleta pelas autoridades competentes.

Pesquisadores universitários Ambertey em Dundee, <
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que fizeram a publicação relevante na revista criminolĂłgica CiĂȘncia e Justiça, de acordo com o britĂąnico “Independent”, conseguiu obter impressĂ”es digitais de frutas e legumes.

Até o momento, algumas superfícies se mostraram particularmente difíceis de obter impressÔes digitais, como as penas e a pele de humanos e animais. Os alimentos se enquadram nessa categoria, porque suas superfícies possuem uma grande variedade de texturas, o que dificulta a obtenção de impressÔes digitais confiåveis.

A nova tĂ©cnica Ă© uma modificação de um mĂ©todo prĂ©-existente, que foi originalmente projetado para tirar impressĂ”es digitais da superfĂ­cie adesiva de uma fita adesiva. As experiĂȘncias mostram que, atualmente, o mĂ©todo apresenta melhores resultados em frutas e vegetais com uma superfĂ­cie lisa, como maçãs, tomates, cebolas, etc.

Os pesquisadores disseram que serĂŁo necessĂĄrios muitos mais estudos atĂ© que a tĂ©cnica “funcione” para todos os tipos de alimentos. A mesma equipe cientĂ­fica britĂąnica conseguiu obter impressĂ”es digitais invisĂ­veis a partir de tecidos em 2011. AtĂ© o momento, mais dois grupos cientĂ­ficos, um da Índia e outro da EslovĂȘnia, relataram receber impressĂ”es digitais de alimentos, mas com uso de produtos quĂ­micos que raramente sĂŁo usados.

Fonte: newpost.gr